sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

‘Está em jogo não um mandato, mas uma visão de governo que inclui o povo no orçamento do Estado’


Quinta-feira, 17 de dezembro de 2015 às 19:20

‘Está em jogo não um mandato, mas uma visão de governo que inclui o povo no orçamento do Estado’

Para a presidenta Dilma, o que está em jogo não é apenas um processo de impeachment, mas uma tentativa de pular etapas para chegar ao poder. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
Para a presidenta Dilma, o que está em jogo não é apenas um processo de impeachment, mas uma tentativa de pular etapas para chegar ao poder. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
A presidenta Dilma Rousseff afirmou, nesta quinta-feira (17), que o pedido de impeachment ora em questão não se enquadra em nenhum dos casos previstos pela Constituição e que o que está em jogo, na verdade, são divergências políticas e discordâncias quanto a uma visão de governo adotada nos últimos 13 anos, que incluiu no orçamento do Estado a população marginalizada e permitiu tirar o Brasil do mapa da fome, entre outras conquistas.
Dilma afirmou que até mesmo em um momento de crise, em que as circunstâncias exigiram a desaceleração de algumas ações, tenta-se preservar aquilo que é o fundamento dessa visão de governo. “Tanto é assim que ontem reduzimos o superávit primário. Porque ameaçavam cortar R$ 10 bilhões do Bolsa Família. Então, para não cortar, nós diminuímos o superávit. Porque alguém pensar em reduzir o Bolsa Família num país desse tamanho, com esse nível de riqueza, claramente não é possível”, ressaltou.
Manifestações contra o retrocesso
As afirmações foram feitas a um grupo de artistas e intelectuais da Frente Brasil Popular, uma das entidades que participou das manifestações contra o impeachment que ocorreram ontem (16), em todo o País. A presidenta agradeceu a todos, afirmando que, apesar da diversidade do grupo, há em comum a confiança na força do Brasil e uma posição clara em relação a esse projeto de País que se quer ter.
Dilma disse acreditar que fortalecer a democracia vai muito além da defesa do seu mandato. Para ela, mostrar força e capacidade de organização é algo que faz diferença nesse momento histórico que o País atravessa.
“Fortalecer a democracia brasileira é não deixar esse País retroceder no momento crucial de virada. Porque geralmente se retrocede diante da crise. É assim que acontece historicamente. Então, resistir diante da crise é algo muito importante, por isso eu não tenho o menor constrangimento de pedir o apoio de vocês”, enfatizou.
A presidenta lembrou que muitos dos presentes participaram, como ela, da luta e da resistência contra a ditadura e sabem o valor da democracia. “Porque só na democracia foi possível, através do processo de escolha presidencial, com mobilizações sucessivas, conseguir implantar uma política que, pela primeira vez, transformou o centro da visão de um Estado para a inclusão da população marginalizada”, enfatizou.
Ela destacou que essa conquista não foi pequena, especialmente em uma sociedade tradicionalmente patrimonialista, que teve uma defesa do escravismo há menos de 200 anos e que fazia do escravismo a sua forma principal de obtenção de renda. Como resultado, apontou Dilma, havia até pouco uma repartição entre o povo e a oligarquia dirigente, “tão forte a ponto de os reconhecimentos dos direitos civis das mulheres, dos negros, dos índios, serem algo extremamente dificultoso para muitos”.
As pedaladas e o golpeDilma comentou que, não por acaso, é justamente sobre questões relativas ao pagamento de programas como o Bolsa Família e o Minha Casa Minha Vida que foi montada a presente tese do impeachment, as chamadas pedaladas fiscais.
“O que é a pedalada? É o seguinte: o governo paga o Bolsa Família através de um cartão. Então, usamos a Caixa Econômica, que é 100% do governo federal, para pagar o Bolsa Família”. 
Nesse caso, explicou, o governo repassa o dinheiro para a Caixa, que paga o benefício e cobra pelo serviço, daí porque é comum ocorrem oscilações nos valores dos repasses. “Muitas vezes, passamos a mais para a Caixa. Quando isso ocorre, a Caixa paga juros ao governo pela diferença a mais. Outras vezes, passamos a menos. Aí, o governo paga juros para a Caixa”.
Dentro dessa dinâmica, no final de 2014, o saldo do governo estava positivo. “Ou seja, o governo recebeu mais juros da Caixa do que passou, sempre a maior – quando você considera o ano integral. Mas isso foi criminalizado. A mesma coisa ocorreu com o Minha Casa Minha Vida. E ocorreu com o Plano de Sustentação do Investimento, [criado] para segurar emprego e renda na área da indústria”.
Ainda de acordo com a presidenta, o mesmo processo ocorreu com os programas de mobilidade urbana, saneamento, integração do Rio São Francisco e todo os programas estruturais da seca no Brasil. Chamou a atenção para o fato de que só é possível fazer obras estruturantes como essas porque o Brasil tem um banco de financiamento de longo prazo, que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
“Estou explicando isso porque quero deixar claro uma questão política fundamental. Não foram programas quaisquer que foram os apontados [como pedaladas]. Foram todos os programas de garantia do investimento social, que é bom que vocês saibam que o maior gasto do governo em programa social é o Minha Casa Minha Vida”.
Por isso, para a presidenta, o que está em jogo não é apenas um processo de impeachment, mas uma clara tentativa de golpe, de pular etapas para chegar ao poder. “Dizem que o impeachment está na Constituição. É verdade. Porém, todas as questões relativas ao impeachment são caracterizadas ou como crime de responsabilidade ou como crime contra a coisa pública. Ou seja, em linguagem popular, contra a corrupção. Em nenhum dos dois casos eles me enquadram”.
Dilma disse que até agora estão tentando enquadrá-la no crime de corrupção, sem sucesso.“Tentaram, tentam e tentarão e não acharam uma vírgula. No caso de ilegalidades em relação à Coisa Pública e ao Orçamento Público”, enfatizou.
Ainda sobre o Orçamento, lembrou que todas as práticas do seu governo, tanto no primeiro quanto no segundo mandatos, fora as mesmas de todos os governos que a antecederam. Por isso, a construção de um processo de impeachment que não é baseado na Justiça e nem nas previsões legais do País, só pode ser chamado de golpe, acrescentou.
“Fazem isso porque têm uma deliberada intenção de encurtar o caminho para o exercício do poder no Brasil. Mas também, pelo que nós fizemos de melhor. Nós sofremos esse processo de impeachment muito mais pelos nossos acertos do que pelos nossos erros”, concluiu. .
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Operação recupera pavimentação asfáltica da Avenida João Bento

No projeto de revitalização da pavimentação asfáltica, uma ampla operação tapa-buracos vem sendo realizada em toda a extensão da Avenida João Bento. As obras que visam um melhor tráfego na via estão sendo executadas pela Prefeitura de Campo Mourão com recursos próprios. Paralelamente estão sendo realizadas obras de recuperação de asfalto em vias da Vila Cândida, na região do Lar Paraná. Nos últimos dias foram recuperados importantes trechos das avenidas Comendador Norberto Marcondes e Guilherme de Paula Xavier



Mutirão contra a dengue nesta sexta-feira no Cohapar e Parque Verde

Um mutirão de combate a dengue, envolvendo servidores de quatro secretarias municipais, além de voluntários da Associação de Moradores do Conjunto Cohapar, será realizado nesta sexta-feira (18), no Conjunto Milton Luiz Pereira (Cohapar) e Parque Verde. Dois caminhões e uma pá carregadeira serão utilizados para recolher lixo e outros recipientes que acumulam água colocados na frente das residências pelos moradores.
Segundo o coordenador do Comitê Gestor da Dengue, Carlos Bezerra, o mutirão vai dedicar atenção especial onde existia a Vila São Francisco de Assis. “A Ouvidoria do município recebeu muitas denúncias da população de que esse local tornou-se área de descarte de materiais que são potenciais criadouros do mosquito da dengue”, ressalta Bezerra,  ao lembrar que em caso de chuva, o trabalho será realizado no primeiro dia que o clima permitir.
Bezerra reforça que não é necessário as pessoas esperarem o mutirão para limparem os quintais. “Se a população não levar esse assunto a sério não conseguiremos combater a dengue, o zika vírus e a febre chikungunya. Onde já passou o mutirão, a população deve manter o quintal limpo, aproveitar a coleta seletiva e não descartar materiais nas vias públicas”, ressalta, ao salientar que o mutirão não recolhe móveis ou equipamentos eletrônicos.
Além da Secretaria Municipal da Saúde, estão envolvidas no mutirão as secretarias de Agricultura e Meio Ambiente, Obras e Serviços Públicos, Fiscalização e a Associação de Moradores do Cohapar. Segundo Bezerra, ajuda voluntária também é bem vinda. O mutirão será iniciado na Rua dos Papagaios, nos fundos do Conjunto Cohapar.

Ano letivo na rede municipal termina nesta sexta, dia 18

A rede municipal de Educação encerra as atividades do ano letivo nesta sexta-feira (18). Segundo a secretária Karla Tureck, o ano foi produtivo e as atividades curriculares executadas dentro do cronograma planejado.  “Tivemos um ano bom, conseguimos que os alunos tivessem o atendimento necessário, atingindo o que foi planejado pela Secretaria de Educação no início do ano”, ressalta a secretária.
Assim como as escolas, os Centros de Educação Infantil (CMEIs) também encerram as atividades nesta sexta-feira. Na semana de Natal e Ano Novo todos estarão de recesso e de 4 a 1º de fevereiro, só vão funcionar os três CMEIs de plantão: Nossa Senhora Aparecida (Vila Urupês), Tancredo de Almeida Neves (Cohapar) e Pingo de Gente (Tropical II).
Segundo a secretária, no dia 4 de janeiro a Secretaria Municipal de Educação ficará aberta, principalmente na Divisão de Educação Infantil e Assistência ao Educando. “A partir de 27 de janeiro, todos os servidores retornam, com exceção dos professores, que voltam dia 2 de fevereiro”, explica.
Os novos alunos, provenientes da rede privada, de outras cidades, estados ou mesmo que desejam reiniciar os estudos, devem procurar as secretarias das escolas a partir de 28 de janeiro de 2016. 

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Dilma: ‘Constituição prevê impeachment, mas não a invenção de motivos, e é isso que chamo de golpe’


Quarta-feira, 16 de dezembro de 2015 às 22:25


“Só no parlamentarismo uma crise política é alegação para se afastar governo, no presidencialismo, não”, afirmou a presidenta. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
“Só no parlamentarismo uma crise política é alegação para se afastar governo, no presidencialismo, não”, afirmou a presidenta. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
A presidenta Dilma Rousseff afirmou nesta quarta-feira (16), ao abrir a 3ª Conferência Nacional de Juventude, que aqueles que tentam interromper seu mandato, conquistado legitimamente nas urnas, não conseguem encontrar uma razão para justificar seus atos.
“É a falta de razão, que chamamos de golpe. Não é justificativa [dizer] que a Constituição prevê casos em que haja processo de impeachment. Ela prevê, sim, esse processo. O que ela não prevê é a invenção de motivos. Isso não está previsto em nenhuma Constituição”, enfatizou.
Dilma acrescentou que essas pessoas sabem que têm de usar esse tipo de artifícios porque não conseguirão nada atacando sua biografia, que é conhecida.
“Sou uma mulher que lutou. Amo meu País e sou honesta. Além disso, não compartilho com algumas práticas da velha política que alguns deles professam. O mais irônico é que muitos dos que querem interromper ao meu mandato têm uma biografia que não resistem a uma rápida pesquisa no Google”.
Os que tentam chegar ao poder de forma a saltar a eleição direta, comentou a presidenta, oscilam entre invenções, falácias e como justificar o atentado que querem cometer contra a democracia.
“Alegam, em alguns momentos, que o motivo seria o que nós fizemos no orçamento federal. Ocultam que jamais houve nenhum desvio, o que eles apontam como o problema. Eles não sustentam qualquer argumento, porque não houve irregularidade. Nós pagamos o Bolsa Família, sim. Pagamos o Minha Casa Minha Vida, sim. E, ao fazê-lo, sempre respeitamos as leis e os contratos que existiam”.
Dilma relatou que assinou decretos de mudanças na alocação de verbas quando esses recursos sobravam e, portanto, podiam ser redirecionados a outras atividades, de acordo com a Lei Orçamentária aprovada no País.
Regime do País é presidencialista, afirma Dilma
Ainda de acordo com a presidenta, a alegação de que o governo deve ser trocado porque o País passa por uma crise política não se sustenta.
“Este é um país que adotou o regime presidencialista. Só no parlamentarismo uma crise política é alegação para se afastar governo. Porque no parlamentarismo, o chefe de governo não é eleito pelo voto direto, majoritário, e sim pelo voto proporcional. Assim, quando há alguma questão política, é possível dissolver o gabinete e convocar novas eleições. No presidencialismo, não. O voto é direto, é majoritário, foi dado nas urnas”.
Outra alegação contestada pela presidenta é a de que o governo deve ser trocado porque o País passa por uma crise política que tem reflexos na economia, novamente, como se o País fosse um regime parlamentarista.
“E uma crise, aliás, diga-se de passagem, que vem sendo ampliada desde o início do ano, pela estratégia, pela estratégia do ‘quanto pior melhor’. Quanto pior para o povo, quanto melhor para uma minoria. E isto é golpe”, afirmou.
Projeto de governo é que está em jogoA presidenta alertou, no entanto, que os que buscam atalhos para o poder não querem apenas tirar o mandato de uma mulher.
“Querem derrubar um projeto. Um projeto que, nos últimos 13 anos, incluiu o povo brasileiro nas rubricas orçamentárias. É isso que nosso governo fez”.
Por isso mesmo, enfatizou ela, querem impedir a sobrevivência desse projeto de País que está sendo construído desde 2003.
“Um projeto que temos muitas razões para defender. Afinal as escolhas políticas que fizemos, ao longo de toda essa trajetória, nos permitiram sair do Mapa da Fome e superar a extrema pobreza. Nos propiciaram fazer a maior distribuição de renda da história do Brasil. Nos permitiram fazer um programa habitacional, talvez o mais bem sucedido. Escolhemos democratizar o acesso ao ensino superior, e nossas universidades começaram a ter a cara e as cores do nosso povo”.
Nesse sentido, a presidenta citou a ampliação da rede federal de ensino, do Fies, a criação do Prouni, o Sisu, o Enem e as políticas de cotas. “Políticas, todas elas pelas quais eu vou lutar”, garantiu.
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Terrenos sujos e animais lideram reclamações na Ouvidoria em 2015

A falta de limpeza em terrenos baldios e situações envolvendo animais foram as principais causas de reclamações dos mourãoenses na Secretaria Municipal de Controle, Fiscalização e Ouvidoria de Campo Mourão neste ano. Dos 1.647 processos abertos de janeiro até agora pela Secretaria, 406 são denúncias de terrenos sujos e 209 de animais nas ruas (risco/soltos) ou sofrendo maus tratos.
Diariamente a secretaria recebe de 10 a 13 reclamações diversas, como obstrução de via pública, perturbação de sossego, iluminação pública, corte de árvores, entre outras. “As denúncias são averiguadas pelos fiscais e encaminhadas para que a secretaria responsável tome as providências legais”, explica o secretário municipal Edoel Rocha.
No caso dos terrenos sujos, segundo ele, o primeiro passo é notificar o proprietário estabelecendo prazo para que efetue a limpeza. Caso não seja feita, o município realiza o serviço e aplica multa ao dono do imóvel, que é cobrada no carnê do IPTU. “Lembramos sempre que a prioridade do município é cuidar dos espaços públicos. A limpeza de imóveis particulares é responsabilidade do proprietário”, justifica o secretário.
Segundo ele, os fiscais do município trabalham diuturnamente. “Outro problema que estamos enfrentando é a falta de alvará. Muitos abrem empresas e começam a trabalhar sem alvará. Quando nossos fiscais encontram essas situações, a pessoa é notificada e tem 24 horas para dar entrada no alvará”, explica, ao acrescentar que o objetivo do município não é punir ninguém, por isso é necessário a colaboração da população. As reclamações dos munícipes podem ser feitas pessoalmente ou pelo telefone 156.





Operação Tapa Buraco na Vila Cândida

A Prefeitura de Campo Mourão esta realizando  operação tapa buraco em ruas da Vila Cândida . Os serviços  iniciaram nesta semana  nas Ruas Nelson Bitencourt do Prado  e prosseguirão nas Ruas Nossa Senhora Aparecida e Licinio Rodrigues dos Santos.
Os trabalhos são realizados com investimentos de recursos do próprio município.



Natal na praça tem artesanato e agricultura familiar

Quem visita a praça central de Campo Mourão, além de ver a decoração natalina, também pode adquirir produtos do artesanato e agricultura familiar local e regional. São 33 barracas que oferecem diversos produtos, como compotas, bolachas e pimenta, bem como vários tipos de artesanato, especialmente com motivação natalina. Os preços variam de R$ 3,00 a R$ 200,00.
A feira foi aberta no dia 14 de dezembro e vai até a próxima segunda-feira, dia 21. No sábado vai funcionar o dia todo e no domingo a partir das 14 horas. A iniciativa é da Casa do Artesão, que tem o apoio da Secretaria Municipal do Desenvolvimento Econômico. “Isso só é possível pelo apoio que recebemos da prefeitura”, afirmou a presidente da Casa do Artesão, Hilda Correia.
Programação natalina
A partir desta quinta-feira (17), a Fundação Cultural vai promover várias apresentações artístico-culturais em um palco montado em frente á Estação da Luz. As apresentações começam sempre às 20 horas e vão até sábado (19). 
Nesta quinta-feira haverá uma Cantata de Natal com o Coral Agape. No dia 18 (sexta-feira) tem apresentação do Projeto Passeio na Música Instrumental e uma Mostra de Danças da Academia de Ballet. Encerrando a programação haverá resgate das tradições com Folia de Reis.
Levando o espírito natalino aos bairros, uma carreata com o trenó do Papai Noel percorreu toda a cidade numa programação encerrada na noite de terça-feira (15). 


Doações para Casa de Passagem

Dezenas de itens de higiene e limpeza foram repassados pela Casa da Música de Campo Mourão para a Casa de Passagem – Albergue. As doações são resultado do Recital de Verão realizado no Teatro Municipal celebrando o encerrando do ano letivo do Conservatório Municipal Leone de Biaggio- Casa da Música Rose Mary Albuquerque. Os itens corresponderam ao ingresso do público para acesso ao Teatro Municipal na noite do evento que reuniu os alunos e docentes num espetáculo anual. Na foto  o corpo docente e administrativo da Casa da Musica. 

Edição 42 da Rota da Fé será em Janeiro para Goioerê e Rancho Alegre

A primeira Rota da Fé de 2016, será entre Campo Mourão, Goioerê E Rancho Alegre e acontece no dia 31 de janeiro (domingo).  Será  42ª edição da peregrinação e as inscrições estão abertas em diversas paróquias e custarão R$ 32,00 (adultos) e R$ 15,00 (de 10 a 15 anos). Menores de 10 anos e portadores de deficientes não pagam. Durante a Rota serão realizadas uma homenagem ao escritor Amani Spachinski, falecido recentemente e que foi grande participantes e grande  incentivador da Rota. Haverá ainda soltura de peixes e plantio de árvores. 
No custo da inscrição estão inclusos alimentação, transporte, água, e frutas.
MAIS INFORMAÇÃO: em www.rotasdafe.com.br - rotasdafe@gmail.com.
INSCRIÇÕES
Centro Catequético (44) 3525-1634
Santuário N. Sra. Aparecida (44) 3525-2932
Paróquia Sagrada Família (Cohapar) (44) 3523-4673
Paróquia Santa Cruz (Santa Cruz) (44) 3525-6778
Paróquia São Pedro (Roncador) (44) 3575-1215
Paróquia Nossa Senhora do Caravaggio (Lar Paraná) 3524-1022
Capela Santo Antonio (Cidade Nova) 3525-3652
Parigot de Souza (Juraci) 3523-3326 99174466


quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Empresários e sindicalistas entregam a Dilma propostas para destravar economia do País


Terça-feira, 15 de dezembro de 2015 às 22:11

 

Dilma com empresários e sindicalistas
Presidenta Dilma recebeu de representantes sindicais e empresariais conjunto de 7 propostas para retomar crescimento econômico do País. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
Representantes de entidades empresariais e sindicais, que estiveram nesta terça-feira (15), com a presidenta Dilma Rousseff, defenderam que o governo adote um conjunto de sete propostas para a retomada do crescimento econômico. Em um documento entregue à presidenta as entidades afirmam que “o Brasil é muito maior que a crise” e que é preciso separar a política da economia, colocando interesses pessoais de lado, pelo bem do Brasil.
Para isso, propõem a retomada do investimento público e privado em infraestrutura, a ampliação dos instrumentos de financiamento; ampliação de investimentos no setor de energia; o destravamento do setor de construção; criação de condições para o aumento da produção e das exportações da indústria de transformação; e a adoção de políticas de incentivo e sustentabilidade. As propostas haviam sido apresentadas pelo grupo na manhã desta terça-feira, durante o Fórum de Debates sobre Políticas de Emprego, Trabalho e Renda e Previdência Social, em Brasília.
Segundo o ministro do Trabalho e Previdência Social, Miguel Rossetto, a presidenta recebeu o grupo com “enorme satisfação”, pois a proposta fortalece o ambiente de diálogo positivo com a representação da sociedade civil, centrais sindicais e o setor empresarial, a partir de uma agenda de crescimento econômico e com recuperação dos investimentos, com o objetivo de gerar trabalho e emprego.
“A presidenta recebeu de uma forma muito positiva essa iniciativa dos trabalhadores, do setor empresarial. Orientou todos os ministros a dar consequência e sequência a esta agenda de trabalho, o que é muito bom para o nosso País. A presidenta valoriza muito esses espaços de diálogo, está totalmente concentrada nesta agenda de, buscando equilíbrio das contas públicas, rapidamente retomar, combinar uma agenda de crescimento econômico, com trabalho e emprego”,afirmou o ministro.
Participaram do encontro, além de Rossetto e da presidenta Dilma, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro; o diretor da Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), César Prata; e o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, entre outros.
CréditoRosseto acrescentou que a ideia é recuperar um padrão de crédito para o setor industrial. “E é isso que foi anunciado, quer dizer, o governo está trabalhando para a liberação de linhas de crédito para o setor industrial, especialmente de forma a permitir a manutenção de financiamentos de bens de capital, seja através de prorrogação ou da criação de novas linhas de financiamento para setores industriais do País, através do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), especialmente. A ideia da presidenta é ampliar a oferta de crédito”, disse.
Rossetto acredita que as medidas devem ser tomadas com urgência, no menor prazo possível. “Há um sentido de urgência nisso. Vários dos pontos já estão sendo trabalhados. Fiz referência agora ao crédito, alguns programas já estão em implantação. Como, por exemplo, o Programa de Proteção ao Emprego, recentemente sancionada pela presidenta Dilma. Enfim, algumas dessas propostas já estão implantadas, estão em fase operacional, algumas, em curto prazo, irão ser operadas. Há uma determinação da presidenta Dilma para os ministros, de acelerarem a avaliação e apresentarem já propostas muito concretas e em condições operacionais”.
Os empresários sugeriram também a suspensão temporária do pagamento dos financiamentos concedidos pelo BNDES às empresas de bens de capital para que elas possam melhorar sua situação financeira. A proposta ainda será analisada.
Acordo de leniênciaOutro item importante da conversa com a presidenta Dilma foi acerca da necessidade de um novo marco legal sobre o tema da leniência das empresas, para que haja uma separação entre as firmas e  dirigentes que se envolva em denúncias de corrupção, contou Rossetto.
“Todos os países, os principais países do mundo, da OCDE, a Alemanha é um exemplo, os Estados Unidos, França, separam a pessoa física da pessoa jurídica. Aqueles gerentes, diretores, executivos que cometerem, eventualmente, desvios ou crimes comprovados na Justiça são condenados. Mas a empresa segue operando e segue trabalhando. Esta é uma separação muito importante, do CPF com o CNPJ”, explicou o ministro.
Segundo ele, todas as centrais sindicais e os representantes do setor empresarial reivindicaram urgência na aprovação de uma nova legislação que assegure que estas empresas possam continuar operando. “Que se preserve o seu emprego, a sua capacidade operacional, ao mesmo tempo que aqueles executivos que porventura forem julgados por atos ilegais, sejam condenados, a exemplo de outros países. Há uma demanda muito forte de uma urgência nesta alteração do marco legal”.
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FG Canudos