domingo, 20 de setembro de 2015

Financiadora de Franscichini e Rubens Bueno está na mira da Operação Lava Jato

Francischini e Rubens Bueno
A empresa paranaense CR Almeida S/A Engenharia de Obras é a próxima a entrar no rol dos acusados na Operação Lava Jato. A Petrobras contratou dois escritórios de advocacia para investigar as denúncias de superfaturamentos e irregularidades em contratos da estatal, em duas obras comandada pela empresa paranaense foram encontrados sobrepreço. São elas: Oleoduto de Angra dos Reis - Duque de Caxias e Canalização do Rio Cabuçu. A denúncia será encaminhada ao MPF.

Em Tempo

Os Executivos de consórcios integrados pela CR Almeida S/A Engenharia de Obras, pela OAS S/A e pela Queiroz Galvão foram denunciados em 2012 por suspeita de fraude e formação de cartel na licitação para ampliar a linha 5-lilás do Metrô de São Paulo. No total, 14 funcionários de 12 construtoras foram denunciados no caso.
Da 7ª Fase da Operação Lava Jato desencadeada na sexta-feira (14) só os executivos e funcionários da Construtora OAS e Queiroz Galvão foram presos na nova fase. Com essa investigação interna da Petrobras, à empresa paranaense CR Almeida S/A Engenharia pode fechar o ciclo de corrupção e de sociedade com as empresas do consórcio do Metrô de São Paulo.
A empresa paranaense financiou campanhas eleitorais do deputado federal Fernando Francischini (PSDB), um dos maiores defensores das investigações de corrupção na Petrobras, e do deputado federal Rubens Bueno (PPS), membro da CPI da Petrobras.

Financiamento para o PPS do deputado federal Rubens Bueno (Secretário-Geral)

Financiamento para o deputado federal Fernando Francischini (PSDB)

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